Texto do vídeo
Edgar powarczuk (palestrante) - Vai ter que alguém mandar um email para, organizar um e-mail e mandar “Olha, Daniela, seu pedido foi recebido e eu estou validando seu pedindo em tantos dias você vai receber o seu produto ou em tantas horas você vai receber o seu produto”.
Volto para dentro da Office e vejo. Tenho no estoque esse produto? Ou tenho que comprar esse produto? Expedição, transportadora, o cliente recebe o produto, e ainda ligou. Gostou? "Ah achei muito legal". Muito bem, pode comprar de novo com a gente, vai ser um prazer.
Então este processo simples, né? Mas o amarelinho, gente, normalmente é a última coisa que se pensa. Se pensa como é que eu vou vender, como é que eu vou entregar, como é que eu vou embalar, qual é o marketing que eu vou fazer. Agora quem vai entregar, quem vai fazer, que matéria-prima eu vou usar, como é que vai ser a embalagem, quem vai entregar? qual é o custo dessa entrega? Quanto tempo leva essa entrega? Realmente fica por último, ah, eu dou um jeito. E aí que o negócio se vai. Então, nessa parte eu estou chamando atenção porque nós não, embora seja fácil de entrar, embora a gente tenha muitas oportunidades, é fácil de se perder também. Então a gente não pode deixar de olhar um negócio na internet com uma estrutura mínima que funcione antecipadamente para que a gente se dê bem. Compreenderam isso? Maravilha.
Bom, pessoal, agora a gente vai ver o depoimento de uma empresa muito legal que trabalha na área de cultura, eles vão falar um pouco de como eles usam a internet no negócio deles.
Rafael Tombini (Proprietário da Maria Cultura)- A Maria Cultura surgiu devido a uma necessidade que nós tínhamos para trabalhar com uma comunicação cultural. A gente sentia que não havia esse nicho de trabalho. As empresas necessitavam de alguém que pudesse trabalhar essa parte cultural, assim como projetos, inglês, criação de projetos específicos com a cultura.
Camila Farina (proprietária da Maria Cultura)- Isso significa que a gente significou uma tendência nas empresas a quererem investir, além da mídia tradicional, não só através de ações diferenciadas, enfim, mas também através de ações de verdade. E a gente considera ações de verdade, ações culturais, obviamente, que são realizadas por produtores, por artistas, e que querem levar alguma coisa ao público, enfim, que tem um objetivo cultural e artístico.
A gente viu como essencial a gente já largar com o site.
Rafael Tombini - Ele é um site simples, ele é um site que tem um fácil acesso. Ele não é um site complicado que deixa a pessoa perdida. A gente tentou ser o mais óbvio possível.
Camila Farina - Por que na hora que a gente dá um cartão o nosso site está ali colado e a pessoa, acessando o nosso endereço na web, ela já consegue saber quem a gente é.
Rafael Tombini - A gente trabalha também facebook, twitter, orkut.
Camila Farina - Hoje a gente tem quase 4 mil seguidores no Facebook, que é uma ferramenta de relacionamento na web, isso significa que, diariamente, a gente tem recebido mais de 100 pedidos de amizade. A gente tem aqui dentro uma pessoa só para administrar essas redes sociais e administrar o nosso site.
Rafael Tombini - É um canal direto com o público que consome cultura.
Camila Farina - Então, é importante que as pessoas estejam ali se comunicando com a marca Maria Cultura, trocando experiência com a gente. E também a gente descobriu nesse blog uma forma bem bacana de pegar feedback, então, nesse blog a gente publica os nossos eventos, o que a gente produz, e a gente publica também ideias novas, o que está acontecendo de cultura no mundo. A gente viaja muito. A gente tem essa conexão muito forte com o exterior também. Então a gente está sempre buscando atualização e isso está no blog. As pessoas, elas já estão começando a comentar e a nos mandar através do site, também que a gente tem o formulário de contato, a nos mandar percepção sobre os nossos eventos, a elogiar, a criticar. É sempre bom ouvir críticas porque a gente corrige o que a gente fez de errado, a gente está sempre otimizando os nossos serviços.
Rafael Tombini - O empresário que está pensando ainda oscila em fazer ou não fazer o site, o único recado que eu posso dar é que, se não o fizer, estará ainda na Idade da Pedra.
Edgar Powarczuk - Então vamos para a última parte da nossa palestra. Como é que a gente trás todas essas oportunidades, essas ferramentas, esse formato de gestão, para uma estratégia de negócios na internet? A primeira dica que eu dou para vocês é o seguinte: não necessariamente a gente precisa montar uma estrutura através de uma agência digital, contratar alguma empresa especializada para fazer o nosso site na internet. Hoje na internet existe uma série de ofertas, que a gente chama de sites prontos. São sites que já têm modelos prontos, são templates, são gabaritos, são formulários prontos onde você só recheia com a informação que é importante, que é necessária para você. A gente já tem umas fotos, umas fontes de letras, corpos de letras, as cores, as definições de linhas, os espaços já estão pré-definidos. Tem alguns exemplos aqui. O que é importante estar já está ali. Não precisa estar quebrando a cabeça. Escolham, existem vários, centenas, às vezes até milhares, conforme for a profundidade da pesquisa de vocês de achar um perfil, um modelo que se adequem à necessidade de vocês. Certo?
A primeira dica procurem primeiro tentar fazer usando um modelo de site pronto. Existem vários gratuitos. O que deixar em destaque? A experiência mostra para nós o seguinte: A página inicial, a homepage, a primeira página do site de vocês tem que ter cinco regras básicas. As pesquisas mostram que, se não tiver essas regras, se essas informações não estiverem ali na primeira página, o cara sai fora, vai para outro site. Vou tentar explicar para vocês aqui o que é bem fácil de guardar. A primeira delas: Bota o mais importante na capa. Não deixa para um menu posterior, ou que o cara tenha que dar mais um clique dentro do seu site. Mata na primeira página. O que é meu diferencial? Eu tenho um hotel. Aonde? Em Carazinho. Qual é o meu diferencial em Carazinho? Eu tenho piscina. Então o quê que eu vou botar? “Hotel do Edgar, o único com piscina em Carazinho”. É o mais importante que eu tenho que dizer na capa. Isso pode não ser muita coisa, mas quem conhece o calorão que faz nessa terra, e vai para Carazinho em janeiro, vai escolher o meu hotel, porque é o único que tem piscina.
Outro item. Quem é a sua empresa? Eu peguei esse exemplo, esse cara aqui dá aulas de ioga em Porto Alegre, mas no adventure. Não tem como ser mais claro que isso, e eu e meu método é o DeRose, tá aqui a minha foto, sou eu. Outro: O quê que eu faço? Aulas de cursos de ioga. E já mostra como é esse meu produto. No caso dele, ele botou algumas fotos de alunos fazendo posições de ioga, o que é ioga, as diferenças entre os tipos de ioga e o método dele, o quê que ele faz.
Quarto: Onde e como o meu cliente pode me encontrar? De cara na homepage, então eu tenho meu telefone, eu tenho meu endereço e eu tenho meu e-mail. Simples, básico, não precisa mais que isso. Se quiser ainda botar o endereço no Facebook, no Messenger, melhor. Bota todos os contatos ali na primeira página. E para finalizar, gente, pessoas. Pesquisas mostram também que o site frio passa batido. As pessoas querem se reconhecer e nada melhor do que usar o reconhecimento de um depoimento de algum cliente, com uma foto dele se for possível, claro, tenham o cuidado de pegar a autorização deles por escrito para vocês não se darem mal lá na frente. Cinco regras básicas, muito simples que tem que ter na homepage do site de vocês. Não tem erro!